PRESS RELEASE
The land bill examined in committee
On May 23, 2026, the Parliament of the State of the African Diaspora (SOAD) examined in committee a bill relating to land, introduced by Mr. Hugh Johnson, Second Deputy Prime Minister and Minister in charge of Agriculture and the Environment.
The text was reviewed under the authority of Mr. Melvin Brown, President of Parliament, and received a favorable reception from the Committee. It will soon be debated in plenary session.
This bill aims to establish a clear, transparent, and ethical legal framework for land-related activities carried out by SOAD, particularly regarding the acquisition, management, and use of land. It forms part of a historical and political reflection on the lasting consequences of slavery, colonization, territorial dispossession, and land inequalities that continue to affect African and diasporic societies.
The text recalls that land represents at once a historical, economic, social, environmental, and sovereignty issue. It seeks to promote a development model based on respect for local populations, transparency in transactions, and the protection of affected communities.
The bill notably provides for:
– the creation of a “SOAD Land Authority” responsible for supervising all land-related operations;
– the regulation of land acquisitions through purchase, lease, donation, or equity participation;
– the obligation to conduct prior legal and environmental verifications;
– the establishment of a secure digital land registry;
– mechanisms for consultation, compensation, and participation of local communities.
The bill also affirms SOAD’s determination to develop agricultural, industrial, and infrastructure projects in full respect of national sovereignties and human rights.
Through this text, the State of the African Diaspora seeks to promote land governance founded on justice, responsibility, sustainable development, and cooperation with local populations.
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COMMUNIQUÉ DE PRESSE
La Loi sur le foncier examinée en commission
Le 23 mai 2026, le Parlement de l’État de la Diaspora Africaine (SOAD) a examiné en commission un projet de loi relatif sur la terre, porté par M. Hugh Johnson, Second Vice-Premier Ministre, Ministre chargé de l’Agriculture et de l’Environnement. Le texte a été étudié sous l’autorité de M. Melvin Brown, Président du Parlement, et a reçu un accueil favorable de la Commission. Il sera prochainement débattu en session plénière.
Ce projet de loi vise à établir un cadre juridique clair, transparent et éthique pour les activités foncières menées par le SOAD, notamment en matière d’acquisition, de gestion et d’utilisation des terres. Il s’inscrit dans une réflexion historique et politique sur les conséquences durables de l’esclavage, de la colonisation, des spoliations territoriales et des inégalités foncières qui continuent d’affecter les sociétés africaines et diasporiques.
Le texte rappelle que la terre constitue à la fois un enjeu historique, économique, social, environnemental et de souveraineté. Il entend promouvoir un modèle de développement fondé sur le respect des populations locales, la transparence des transactions et la protection des communautés concernées.
Le projet prévoit notamment :
–la création d’une “SOAD Land Authority” chargée de superviser l’ensemble des opérations foncières ;
– l’encadrement des acquisitions de terres par achat, bail, donation ou participation au capital ;
–l’obligation de vérifications juridiques et environnementales préalables ;
–la mise en place d’un registre foncier numérique sécurisé ;
– des mécanismes de consultation, de compensation et de participation des communautés locales.
Le projet de loi affirme également la volonté du SOAD de développer des projets agricoles, industriels et d’infrastructure dans le respect des souverainetés nationales et des droits humains.
À travers ce texte, l’État de la Diaspora Africaine souhaite promouvoir une gouvernance foncière fondée sur la justice, la responsabilité, le développement durable et la coopération avec les populations locales.
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COMUNICADO DE PRENSA
La ley sobre la tierra examinada en comisión”
El 23 de mayo de 2026, el Parlamento del Estado de la Diáspora Africana (SOAD) examinó en comisión un proyecto de ley relativo a la tierra, presentado por el Sr. Hugh Johnson, Segundo Viceprimer Ministro y Ministro encargado de Agricultura y Medio Ambiente.
El texto fue estudiado bajo la autoridad del Sr. Melvin Brown, Presidente del Parlamento, y recibió una acogida favorable por parte de la Comisión. Será debatido próximamente en sesión plenaria.
Este proyecto de ley tiene como objetivo establecer un marco jurídico claro, transparente y ético para las actividades relacionadas con la tierra llevadas a cabo por el SOAD, especialmente en materia de adquisición, gestión y uso de tierras. Se inscribe en una reflexión histórica y política sobre las consecuencias duraderas de la esclavitud, la colonización, las expropiaciones territoriales y las desigualdades agrarias que continúan afectando a las sociedades africanas y de la diáspora.
El texto recuerda que la tierra constituye a la vez una cuestión histórica, económica, social, ambiental y de soberanía. Busca promover un modelo de desarrollo basado en el respeto de las poblaciones locales, la transparencia de las transacciones y la protección de las comunidades afectadas.
El proyecto prevé particularmente:
– la creación de una “SOAD Land Authority” encargada de supervisar el conjunto de las operaciones territoriales;
– la regulación de las adquisiciones de tierras mediante compra, arrendamiento, donación o participación de capital;
– la obligación de realizar verificaciones jurídicas y ambientales previas;
– la implementación de un registro territorial digital seguro;
– mecanismos de consulta, compensación y participación de las comunidades locales.
El proyecto de ley afirma igualmente la voluntad del SOAD de desarrollar proyectos agrícolas, industriales y de infraestructura respetando las soberanías nacionales y los derechos humanos.
A través de este texto, el Estado de la Diáspora Africana desea promover una gobernanza territorial basada en la justicia, la responsabilidad, el desarrollo sostenible y la cooperación con las poblaciones locales.
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COMUNICADO DE IMPRENSA
A lei sobre a terra examinada em comissão
Em 23 de maio de 2026, o Parlamento do Estado da Diáspora Africana (SOAD) examinou em comissão um projeto de lei relativo à terra, apresentado pelo Sr. Hugh Johnson, Segundo Vice-Primeiro-Ministro e Ministro responsável pela Agricultura e pelo Meio Ambiente.
O texto foi analisado sob a autoridade do Sr. Melvin Brown, Presidente do Parlamento, e recebeu parecer favorável da Comissão. Ele será debatido em sessão plenária nos próximos dias.
Este projeto de lei visa estabelecer um quadro jurídico claro, transparente e ético para as atividades fundiárias conduzidas pelo SOAD, particularmente em matéria de aquisição, gestão e utilização das terras. Ele se insere em uma reflexão histórica e política sobre as consequências duradouras da escravidão, da colonização, das espoliações territoriais e das desigualdades fundiárias que continuam afetando as sociedades africanas e diaspóricas.
O texto recorda que a terra constitui ao mesmo tempo uma questão histórica, econômica, social, ambiental e de soberania. O objetivo é promover um modelo de desenvolvimento baseado no respeito às populações locais, na transparência das transações e na proteção das comunidades envolvidas.
O projeto prevê particularmente:
– a criação de uma “SOAD Land Authority”, encarregada de supervisionar o conjunto das operações fundiárias;
– a regulamentação das aquisições de terras por compra, arrendamento, doação ou participação em capital;
– a obrigação de verificações jurídicas e ambientais prévias;
– a implementação de um registro fundiário digital seguro;
– mecanismos de consulta, compensação e participação das comunidades locais.
O projeto de lei afirma igualmente a vontade do SOAD de desenvolver projetos agrícolas, industriais e de infraestrutura respeitando as soberanias nacionais e os direitos humanos.
Por meio deste texto, o Estado da Diáspora Africana deseja promover uma governança fundiária baseada na justiça, na responsabilidade, no desenvolvimento sustentável e na cooperação com as populações locais.
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